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BIOGRAPHY

Julia Dalcastagné was born in Florianópolis in the 1990s. At the time Cartoons, Anime, Super Heroes, and Comic Books were very popular and strongly influenced her work.

 

J. Dalcastagné’s aesthetic has always been dark yet colored with a certain humor. Her taste for humor deepened at the age of 12 when she spent a year in London with her parents. She experienced and identified with the rough, sarcastic English humor (tragic and comic).

 

Returning to Brazil, she joined the Faculty of Visual Arts at the Santa Catarina State University, where she began to develop a better poetic and stronger visual aesthetic.

 

After university, she took a course at Scuola Mohole in Milan (Italy), where she studied illustration and comic drawing. She took extra calligraphy, script creation, and polymer clay modeling courses.

 

In 2017, she worked with the English school “Secret Garden” in Florianópolis (Brazil), where she created a mural. This project renewed J. Dalcastagné’s passion for painting.

 

In 2020, she participated in the Luxemburg Art Prize. In 2021, she participated in Bela Bienal in Rio de Janeiro, Niterói, and Brasilia (Brazil) and in an exhibition at Cittá Office Mall in Rio de Janeiro.

 

In 2022, she participated in exhibitions at “Ava Art Festival” in Osaka (Japan) and “Paris Art Shopping Expo,” in Paris.

 

Music, books, and films influenced J. Dalcastagné’s creative process and the title of her pieces, several of which come from songs she heard during the creation process. Her goal was to investigate the feeling and the development of thought.

 

Aesthetically speaking, her works have a strong presence of illustration elements. One of the most notable elements is the form of lines that outline the shapes. She uses vibrant colors, in contrast to the recurrent use of black. Some brush strokes in the faces of her paintings could be considered exaggerated. These traits are most noticeable in the eyes, which are emphasized in her illustration. Another of her most obvious features is the semi-realistic treatment of faces. Although they come close to reality, they never give the impression of a real face. The intention is for the viewer to seek a reference point of reality that maintains recognition and identification. This semi-realistic treatment of the faces allows the viewer some contact with reality. The viewer knows that in their surroundings, there are visual sensations and illusions that lead to a better understanding of what it means to be human. It could be a realistic and critical look at situations that are often ignored by human beings. When seen as an illustration, it’s like a book that educates and reflects, or a diary with the purpose of self-knowledge.

PORTUGUÊS-BR

Julia Dalcastagné nasceu em Florianópolis nos anos 90. Por ser uma época muito aberta aos Cartoons, Animes, Super Heróis, Desenhos Animados em geral e Gibis, pode-se dizer que esse período teve uma forte influência em seu trabalho.

 

Desde criança, J. Dalcastagné sempre se sentiu atraída pela estética sombria e ao mesmo tempo colorida com certo humor. O gosto pelo humor foi ainda mais aprofundado quando aos 12 anos de idade esteve em Londres, com seus pais, durante um ano. Lá, teve contato com o humor áspero e sarcástico inglês (trágico e cômico), com o qual se identificou bastante.

 

Depois de voltar ao Brasil, ingressou mais tarde na faculdade de Artes Visuais da Universidade Estadual de Santa Catarina, onde começou a desenvolver melhor uma poetica e uma estética visual mais forte.

 

Após a faculdade, ingressou em um curso de especialização na Scuola Mohole em Milano-Itália, onde estudou ilustração e desenho em quadrinho. Além disso, neste período fez alguns cursos extra, tais como o de Caligrafia, Criação de Roteiro, e Modelagem em Pollymer Clay.

 

Em 2017, teve a oportunidade de trabalhar em Florianópolis, com a escola de inglês “Secret Garden”, onde produziu a pintura de um mural. Isso possibilitou ter contato novamente com a pintura, fazendo com que J. Dalcastagné renovasse o seu gosto pela pintura e voltasse a produzir mais quadros.

 

Em 2020, participou do Luxemburg Art Prize. Participou da Bela Bienal no Rio de Janeiro, Niterói, e Brasilia em 2021. Neste mesmo ano participou de uma exposição no Cittá Office Mall no Rio de Janeiro.

 

Participou em 2022 das exposições “Ava Art Festival”, em Osaka, Japão, e “Paris Art Shopping Expo”, Paris, França.

 

É necessário ressaltar a importância de músicas, livros e filmes não apenas no processo criativo de J. Dalcastagné, mas também na escolha do título das suas obras. Diversos títulos das obras se originam nas músicas ouvidas nos momentos de criação, atribuídos com o objetivo de apurar o sentimento e o desenvolvimento do pensamento. O mesmo acontece com livros e filmes.

 

Na estética, as obras tem a forte presença de elementos de ilustração. Um desses elementos mais notáveis são encontrados em forma de linhas que fazem um contorno em volta das formas. Também pode-se notar as cores vibrantes em contraste com o uso recorrente de preto, além de alguns traços, que poderiam ser considerados exagerados nos rostos. Esses traços são notados principalmente nos olhos, onde se atribui uma ênfase maior. Outra de suas características mais evidentes é o tratamento semi realista nos rostos. Apesar de se aproximarem da realidade, em momento algum dão a impressão de um rosto verdadeiro. Portanto, o objetivo é o expectador buscar um ponto de referência da realidade, para manter o reconhecimento e a identificação. Esse tratamento semi realista nos rostos, faz com que o expectador tenha um pequeno contato com a realidade. Entretanto, ele sabe que no seu entorno estão presentes sensações e ilusões em forma visual, que conduzem a uma melhor compreensão do ser humano. Seria um olhar realista e crítico para as situações que muitas vezes são ignoradas pelo ser humano, sendo vistas em forma de ilustração, como se fosse um livro para educar e refletir, ou até um diário com intuito de autoconhecimento.

Foto do Artista Julia.jpg
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